ESPECIAL: O mundo pós-pandemia

O empresário Erik Manfrim, a fotógrafa Églea de Britto e o artista Plinio Rigon refletem sobre presente e futuro da pandemia

 

André Fleury Moraes
Da Reportagem Local

Há quem diga que o mundo viverá um “novo normal” assim que a pandemia do novo coronavírus passar. Mas também há quem diga o contrário. É o caso de Erik Manfrim, diretor da santa-cruzense Special Dog Company. Ele vive rígidos protocolos de segurança na empresa, dos quais, admite, quer sair assim que a crise acabar. Ele não crê, por exemplo, que o mundo passará por grandes mudanças. Já a fotógrafa Églea de Britto acredita que a fotografia poderá se reinventar depois da pandemia. Segundo ela, as pessoas passarão a dar mais valor a momentos únicos, como reuniões familiares, por exemplo. Ela também foi afetada pela crise. Da Itália, o artista santa-cruzense Plinio Rigon conta que o país já vive uma retomada — mesmo que gradual. O país europeu, que viveu dias de pânico no início do ano, hoje vê jovens sendo infectados pela Covid-19.

Todos eles conversaram com o DEBATE para a realização desta reportagem especial. 

 

Erik Manfrim: mundo não terá grande mudança

Églea de Britto: a fotografia vai se redescobrir

Plinio Rigon: retomada será gradual e difícil