ECONOMIA

Poderia muito bem ser ficção, mas...

Coluna de Henrique Perazzi de Aquino

Poderia muito bem ser ficção, mas...

Publicado em: 01 de maio de 2021 às 04:06
Atualizado em: 03 de maio de 2021 às 10:40

A história eu conto, sem contar a fonte, muito menos revelar se é sonho, ilusionismo ou mesmo algo se repetindo com o vento, neste país mais do que insano, hoje dominado pelo desGoverno de desqualificados. Alguém me soprou no ouvido, ouvi atentamente e aqui compartilho, pois algo dessa lavra não deve permanecer sem que mais gente tome conhecimento. E se possível, providências.

Uma jovem de 24 anos, oriunda da região de Ribeirão Preto aqui aporta, com dois filhos a tiracolo, um de sete e outro de cinco anos. Ganha a vida se prostituindo, não nas esquinas, mas na forma moderna, esquinas virtuais. Encontros marcados pela internet. Além de tudo, a jovem consome drogas e assim sendo, sucessão de fatos lamentáveis, irreconciliáveis.  Tudo acaba sendo denunciado aos órgãos de proteção de menores. As crianças são recolhidas justamente no momento em que sentem sintomas de algo diferente. Às pressas são levadas para atendimento médico.

O que acontece daí por diante é o que se repete país afora, mantra utilizado pelos próceres, acima do bem e do mal, inclusive da Ciência. Dentro do hospital, elas são tratadas pelos conhecidos medicamentos deste indefectível Kit Preventivo. Fizeram exame para ter certeza da infecção, mas antes mesmo do resultado já haviam tomado doses, sem levar em consideração o fator idade. Tomaram, como a maioria toma, sem poder ao menos opinar. Ouvir a mãe, pra quê, se ela é mesmo uma desajustada (sic).

Existe declarada irresponsabilidade do sistema. Num todo ele é falho, omisso, perdulário, autoritário, pedante. No retorno ao abrigo, resultados negativados, a criança mais velha passa mal. Baço, rim, fígado alterados, clara consequência do inadequado medicamento. Existem rodando pela aí mais de 70 pareceres contraindicando esse uso, mas o capiroto, que nada entende de Ciência afirma ser eficiente, daí é comprado, distribuído e ministrado. Tudo aos borbotões.

Como o ruim pode sempre piorar, a criança é detectada com algo até então desconhecido em diagnósticos anteriores, leucemia. Tudo encoberto, oculto, não revelado, mas no prontuário está lá, lhe foi prescrito os tais medicamentos inúteis para uma coisa e mais do que eficientes para desencadear outros. Nela aflorou a leucemia. Outro tratamento é iniciado. Neste caso, como é do conhecimento público, não existem culpados, pois tudo foi mera coincidência, diria mesmo, fatalidade.

Acharam a avó da criança. Ela se recusa a receber a mãe, muito menos as crianças e elas continuarão no abrigo assistencial. Essa história não tem fim ainda conhecido, mas muito previsível. Recomendado tratamento para a mãe e seus filhos, apartados de vez de sua convivência. Uma ainda hospitalizada, desta feita com outros medicamentos mais recomendáveis e a outra se adaptando à sua nova morada.

Pelo que se ouve, os tais medicamentos continuarão sendo indicados, receitados, comprados, ministrados, oferecidos, engolidos, deglutidos e seus efeitos, sendo ainda de estudos. Como se percebe, cobaias sendo utilizadas para essa finalidade. Não se assustem, tudo isso se passa no mundo do faz de conta. Impensável algo assim ocorrendo sob as barbas de tão precavidos estudiosos e abnegados servidores.

Ufa! Só mesmo uma mente muito fértil para inventar com tamanha riqueza de detalhes tão macabra história. Nunca no país daquele que veio para salvar essa nação das mãos da corrupção e da perdição. Enfim, ele é família.

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