POLÍTICA

Governo aperta restrições e volta a fechar comércio a partir de segunda-feira; aulas estão suspensas

Atendimento delivery, porém, está permitido; Arnaldo tem dois casos positivos

Governo aperta restrições e volta a fechar comércio a partir de segunda-feira; aulas estão suspensas

O prefeito Diego Singolani (PSD) (Foto: André Fleury)

Publicado em: 26 de fevereiro de 2021 às 22:27
Atualizado em: 30 de março de 2021 às 14:56

André Fleury Moraes

Após a regressão da região de Marília à fase vermelha do Plano São Paulo, o prefeito Diego Singolani (PSD) apertou as medidas de isolamento e decretou novo fechamento do comércio a partir desta segunda-feira, 1º, em Santa Cruz do Rio Pardo.

O novo decreto, porém, permite o atendimento nos estabelecimentos via delivery ou por aplicativos eletrônicos. O comércio também pode manter atividades internas.

Em Santa Cruz já são 19 mortes. Segundo dados desta sexta-feira, 26, 2.114 pessoas já haviam se contaminado pela doença.

Com as novas regras, academias, salões de beleza, manicures e pedicures não poderão funcionar durante o período.

Lanchonetes, bares e restaurantes não poderão atender presencialmente, apenas mediante entregas, e com horário restrito das 8h às 22h.

Não há previsão para retorno. O governo deve aguardar nova atualização do Plano São Paulo para editar novos decretos.

Ontem, 25, o governo estadual também decretou o 'toque de recolher', das 23h às 5h. A medida, na prática, não altera em nada o que já estava sendo praticado em Santa Cruz.

A regressão à fase vermelha do Plano São Paulo também suspende as aulas presenciais em todo o município. Nesta quinta-feira, 25, a secretaria de Saúde confirmou que um professor testou positivo para a Covid e está afastado. Outro profissional da Educação, locado na Arnaldo, também testou positivo e foi afastado nesta sexta.

Outros cinco são monitorados por apresentarem quadro suspeito.

Na semana passada, o prefeito Diego Singolani também anunciou a contratação de profissionais de Saúde para a Santa Casa de Misericórdia. Segundo ele, vários deles pediram demissão ou entraram em férias nos últimos dias.

A necessidade é de um banco de currículos para se ter profissionais prontos para atender em caso de urgência.

O impasse também está na formação de novos profissionais da área. Com as aulas de cursos técnicos, como o de enfermagem, suspensas, estudantes do setor não se formam.

Outro fator que atrapalha o governo é a alta nos preços de remédios e outros insumos para a Santa Casa. Alguns deles subiram mais de 90% desde o início da pandemia. Com a alta procura, alguns medicamentos passaram a ser disputados no mercado.

A avaliação é de que, não fosse a intervenção municipal na Santa Casa, a situação da pandemia em Santa Cruz poderia estar ainda pior.

 

* Retificação: o atendimento no comércio via drive-thru não está permitido

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