ECONOMIA

Mesmo na pandemia, governo vive ‘boom’ na arrecadação

Maior parte da receita vem do ICMS; superávit soma R$ 15 mi

Mesmo na pandemia, governo vive ‘boom’ na arrecadação

Vista do município de Santa Cruz do Rio Pardo

Publicado em: 10 de julho de 2021 às 01:15
Atualizado em: 10 de julho de 2021 às 01:15

André Fleury Moraes

Assim como aconteceu no ano passado, o governo de Santa Cruz do Rio Pardo é um dos únicos na região a manter um superávit orçamentário mesmo em meio à pandemia.

A maior parte do valor arrecadado — R$ 35 milhões — vem do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços).

Na região, o município comandado por Diego Singolani (PSD) recebe mais recursos do ICMS do que Assis, por exemplo.

A Lei Orçamentária para 2021 previa R$ 31 milhões em arrecadação até o terceiro bimestre. A administração, porém, já angariou mais de R$ 35 milhões.

A diferença acumulada desde o início do ano já soma R$ 15.239.799,66.

O valor é mais do que o dobro do que o superávit percebido pelos três primeiros bimestres  do ano passado, quando a diferença acumulada somava pouco mais de R$ 6 milhões.

Se o “boom” no orçamento se manter, o prefeito Diego Singolani (PSD) pode terminar o ano com superávit ainda maior do que o seu antecessor, o ex-prefeito Otacílio Parras (PSB), conseguiu no ano passado — que, em razão da eleição, costuma ter uma diferença superior aos demais anos.

Somente em IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), ISSQN (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza) e ITBI (Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis), o governo já arrecadou mais de R4 13 milhões. 

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