POLÍTICA

Vice na chapa de Otacílio também pode mudar e o grupo quer Anelise

Objetivo é convencer Anelise Leitão, ex-secretária de Saúde, demitida após Diego manter ‘cota’ para pastor

Vice na chapa de Otacílio também pode mudar e o grupo quer Anelise

Grupo de Otacílio vai tentar convencer a ex-secretária Anelise a ser candidata a vice na chapa do ex-prefeito

Publicado em: 07 de fevereiro de 2024 às 18:24
Atualizado em: 10 de fevereiro de 2024 às 22:08

O anúncio do nome de Cristiano Miranda como novo vice na chapa de Diego Singolani acabou não provocando uma euforia no grupo político do prefeito. Não pelas qualidades do escolhido ou sua reconhecida força eleitoral na periferia. É que os adversários também preparam uma mudança de nomes e o objetivo é tentar atrair a ex-secretária Anelise Link Leitão para a chapa. Em termos de eleição, seria um desastre para Diego Singolani.

Por enquanto, o vice de Otacílio Parras (PSB) é o vereador Milton de Lima (PL), escolhido desde abril do ano passado. “Mirtão” foi o vereador mais votado em 2020 e tem o distrito de Caporanga como seu principal reduto eleitoral.

O ex-prefeito Otacílio Paras vem se esquivando quando indagado sobre possível mudança de vice, garantindo que Milton é o indicado do grupo. Recentemente, porém, ele acabou dando uma “dica” sobre como poderia ocorrer uma mudança. “Só se o Milton não quiser”, disse em entrevista à rádio Difusora.

E é este o cenário preparado caso Anelise Leitão seja convencida a ser candidata a vice-prefeita na chapa de Otacílio. Neste caso, Milton cederia a vaga “em nome da unidade do grupo”.

Além de mulher em chapa majoritária, Anelise foi a secretária mais bem avaliada do governo de Singolani, mesmo na Saúde, um setor sensível que voltou a receber críticas após a saída da antiga titular.

O empenho de Anelise na secretaria teve destaque nacional. Em julho do ano passado, mesmo fora da pasta, ela recebeu o prêmio da “18ª Mostra Brasil - Aqui tem SUS”, cuja premiação foi realizada em Goiânia. O projeto de Santa Cruz do Rio Pardo, que teve Anelise como autora, foi escolhido como o primeiro de São Paulo e o quarto do Brasil.

Politicamente, a demissão da secretária foi a mais aguda crise no governo de Diego Singolani. O prefeito não deu liberdade à então secretária para fazer mudanças no alto escalão da secretaria e Anelise se sentiu humilhada por ser obrigada a trabalhar com uma assessora que não desejava.

Na verdade, Diego quis manter um acordo eleitoral firmado com um pastor evangélico nas eleições de 2020. Na época, ele ofereceu uma “cota” ao pastor, ou seja, deu ao religioso a prerrogativa de indicar um nome na administração. Era justamente a funcionária que Anelise Link Leitão queria longe da pasta.

 

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