Publicado em: 20 de dezembro de 2020 às 20:10
Atualizado em: 30 de março de 2021 às 13:20

Débora mostra miniatura de poço

A ‘Fraternidade Servos de Maria’ atende crianças com deficiências mentais graves e sobrevive graças à doações da sociedade e obras de artesanato
A entidade está há dez anos numa chácara no bairro rural da Graminha, uma propriedade também doada e com amplo espaço para acomodar as crianças e permitir um tratamento adequado. As superações são visíveis, como o caso da pequena Lena, que chegou em 2015 como paralítica, além de deficiente mental, e agora já anda e consegue se comunicar.
Para Valdir dos Reis, o fundador da instituição, a arte de Débora (abaixo) gerou uma grande procura
Este “chamamento” também aconteceu com Débora Pussanai, que está na comunidade há 16 anos, praticamente desde o início, quando a “Fraternidade” ainda era um local para louvores e orações. “Era um grupo de pessoas que rezava e eu resolvi participar do movimento de evangelização. Comecei a ajudar nas atividades cada vez mais até que senti um chamado muito forte. Larguei tudo e resolvi servir a Deus”, contou.
Na crise da pandemia, o artesanato foi uma das soluções para gerar renda e manter a entidade
A Graminha é um bairro rural de Santa Cruz do Rio Pardo formado por pequenas chácaras de lazer, mas várias famílias moram no local. Percorrendo as pequenas ruas do local com ares de urbanização, é fácil encontrar peças fabricadas por Débora espalhadas em jardins. No entanto, os artesanatos também podem enfeitar residências na área urbana.
As peças podem ser usadas em residências rurais ou jardins urbanos

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